CENTRAL DE JOGOS
ATÉ O APITO 12 D 14 H
East Rutherford, NJ
EUA EUA

East Rutherford, NJ

Sede de la Final del Mundial 2026, en el área metropolitana de Nueva York/Nueva Jersey; uno de los estadios multiuso más grandes de Norteamérica.

JOGOS
8
CAP. TOTAL
83k
FUSO
New York

JOGOS AQUI

8
Grupo C
Grupo I
Grupo I
Grupo E
Grupo L
16 avos
TBD Por definir
vs
Por definir TBD
Oitavas
TBD Por definir
vs
Por definir TBD
Final
TBD Por definir
vs
Por definir TBD

GUIA DA CIDADE

Ficha Rápida

DadoInformação
EstádioMetLife Stadium / New York New Jersey Stadium (nome do torneio)
Capacidade (CM)82.500 (entre os maiores do torneio)
Jogos8 (5 fase de grupos + 1 Trinta-e-dois-avos + 1 quartas + A Final, 19 de julho)
LocalizaçãoEast Rutherford, Nova Jersey, 8 km a oeste de Manhattan
AeroportosNewark (EWR), JFK, LaGuardia (LGA)
Dias recomendadosMínimo 5 noites
Faixa de orçamentoMuito alto (a cidade-sede mais cara)
Melhores bairrosMidtown Manhattan, Hoboken (NJ), Jersey City (NJ), Brooklyn
EvitarHotéis na Times Square (caríssimos e inconvenientes); evitar dirigir até o estádio
MoedaDólar Americano (USD)
Água da torneiraPotável em qualquer lugar.

A cidade da final. Os 16 km de Manhattan ao estádio que recebe mais jogos da Copa do Mundo do que qualquer outro recinto — oito no total, coroados pela Final da Copa do Mundo em 19 de julho e o primeiro show de intervalo na história do torneio. O gramado onde Ray Houghton lobou a bola sobre a cabeça de Pagliuca em 1994 e fez 75 mil pessoas chorarem. Aqui está como navegar o dia mais assistido do esporte mundial e uma cidade que, mesmo nos seus momentos mais calmos, é o ambiente turístico mais exigente do mundo.

O Estádio

New York – 2026 World Cup host city

O MetLife Stadium abriu em 10 de abril de 2010, substituindo o Giants Stadium no mesmo local do Meadowlands Sports Complex. Construção de aproximadamente 1,6 bilhão de dólares — o estádio mais caro dos Estados Unidos na época. É o único estádio da NFL compartilhado por dois times (os New York Giants e os New York Jets) e o maior recinto da NFL com 82.500 lugares regulares.

A arquitetura é um compromisso deliberado entre as identidades dos dois times — os Giants queriam pedra rústica e ar tradicional; os Jets queriam vidro moderno e aço aparente. O resultado é um híbrido: revestimento de calcário no nível inferior, painéis metálicos curvos iluminados acima, com teto aberto para o céu. O estádio sediou o Super Bowl XLVIII (fevereiro de 2014, com frio recorde), a Final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2025, e dezenas de grandes shows.

Para 2026, a FIFA renomeou o local como New York New Jersey Stadium durante o torneio — um nome genérico que os fãs já zoaram por colocar Nova York em segundo lugar. A marca corporativa “MetLife” foi coberta ou removida em todo o local. Duas fases de reforma, começando em 2024, alargaram o gramado para atender às dimensões da FIFA: filas de assentos nas esquinas foram substituídas por um sistema modular que permite removê-las para a Copa do Mundo. Cerca de 1.740 assentos foram afetados.

Para a Final da Copa do Mundo 2026 em 19 de julho, a FIFA confirmou no fim de 2024 que Global Citizen co-produzirá um show de intervalo — o primeiro show de intervalo na história de qualquer Copa do Mundo da FIFA. A decisão é polêmica. O público americano espera isso desde o Super Bowl. Os tradicionalistas do futebol não.

Os oito jogos programados aqui:

  • 13 de junho — Brasil vs Marrocos (Grupo C) — abertura no MetLife
  • 16 de junho — Jogo do Grupo I
  • 22 de junho — Jogo do Grupo F
  • 27 de junho — Jogo do Grupo G
  • 30 de junho — Jogo de fase de grupos
  • 1º de julho — Trinta-e-dois-avos
  • 9 de julho — Quartas de final
  • 19 de julhoA FINAL

New York – 2026 World Cup host city

É a maior quantidade de jogos em qualquer sede de 2026. A combinação da final e do maior estádio do torneio faz da região metropolitana de Nova York o centro nervoso da Copa do Mundo.

Como Chegar

Do aeroporto ao estádio

Três aeroportos servem a região metropolitana de Nova York:

  • Newark (EWR) — o mais próximo do MetLife, 24 km / 15 milhas, 30 minutos de carro em tráfego normal
  • JFK — lado de Long Island, 48 km / 30 milhas do MetLife, 60 minutos de carro normal, 2-3 horas em dia de jogo
  • LaGuardia (LGA) — Queens, 32 km / 20 milhas, 50 minutos normal, 90 minutos em dia de jogo

Para a Copa do Mundo, voem para Newark se possível. Conexão ferroviária direta de EWR para Manhattan via NJ Transit, e proximidade do MetLife.

Ao estádio em dia de jogo

Não há estacionamento público em dias de jogo. É regra estrita da FIFA para o MetLife. Cada torcedor precisa chegar por transporte oficial, e é exigido bilhete do jogo para acessar as opções de transporte.

Trem NJ Transit (a maioria dos torcedores):

  • Penn Station Manhattan → Secaucus Junction → estação Meadowlands Sports Complex
  • A linha Meadowlands Rail só opera em dias de evento; baldeação em Secaucus Junction
  • Bilhete ida e volta: 150 USD por pessoa — custo polêmico, fixado para compensar os 48 milhões de dólares de despesas do dia-evento da NJ Transit não subsidiados pela FIFA
  • Tempo de viagem: 35-45 minutos da Penn Station

Serviço oficial de ônibus:

  • Saindo do Port Authority Bus Terminal em Manhattan, Midtown East, ou ponto de embarque em Clifton, Nova Jersey
  • Ida e volta: 80 USD por pessoa
  • Tempo de viagem: 30-50 minutos conforme tráfego

App de transporte: Uber e Lyft vão operar mas com taxas de embarque substanciais (50-100 USD de sobretaxa mais base) e os motoristas precisam deixar em zonas designadas a pelo menos 1,6 km do estádio. Caminhada do desembarque ao assento: 25-40 minutos.

Conselho de caminhada para a Copa: cheguem ao estádio 4 horas antes do pontapé para qualquer jogo no MetLife. A revista de segurança para a Final em 19 de julho será a mais minuciosa de todos os jogos de 2026 — calculem mais de 60 minutos de espera.

Visto e entrada nos Estados Unidos

  • Países do Programa de Isenção de Visto (VWP) (UK, UE, Austrália, Japão, Coreia do Sul, etc., 40 no total): sem visto, mas aprovação ESTA exigida antes do voo. Solicitar mínimo 72 horas antes da viagem; custo 21 USD; válida 2 anos.
  • Cidadãos brasileiros, chineses, indianos, russos, mexicanos, argentinos: visto de visitante B-1/B-2 exigido. Brasileiros precisam solicitar com pelo menos 6 meses de antecedência — os tempos de espera nos consulados americanos no Brasil podem passar de 8 meses para primeira entrevista.

O visto americano é o maior desafio logístico para torcedores internacionais que vão à Copa 2026. Comecem o processo no dia em que confirmarem os bilhetes.

Onde Ficar

A hospedagem em Nova York é a mais cara de qualquer cidade-sede. Calculem 250-400 USD/noite mesmo em bairros laterais.

ZonaViagem ao estádioPreço diária duplaAmbienteRecomendado para
Midtown Manhattan35-45 min$350-700Zona Times Square, hotéis empresariais, central de tudoPrimeiros visitantes (apesar do preço)
Hoboken (NJ)25-30 min$220-350Atravessando o Hudson, caminhável, restaurantes, limpoA opção prática mais próxima ao estádio
Jersey City (NJ)30 min$200-320Torres novas, vista NYC, hub de transporteOrçamento + acesso dia de jogo
Brooklyn (Williamsburg, DUMBO)60 min ao MetLife$300-500Bairros descolados, cena gastronômica, cultura BKViajantes culturais, ritmo mais lento
Lower Manhattan / FiDi50 min$250-450Wall Street, financeiro, calmo à noiteViajantes de negócios
Queens (Long Island City)70 min$180-300Vista NYC, comida étnica, asiática + latino-americanaOrçamento + foodies

Hoboken é a escolha esperta para torcedores que colocam os jogos em primeiro lugar. Fica do outro lado do rio Hudson em relação a Manhattan (você vê o skyline da orla), 30 minutos de viagem ao MetLife, caminhável, com boa cena gastronômica própria. Hotéis custam 100-150 USD a menos por noite que opções equivalentes em Manhattan.

Midtown Manhattan é a escolha certa para todo o resto. Você paga por estar na concentração mais densa de restaurantes, bares, teatros, museus e locais culturais do país. Hotéis: The Standard High Line (~450 USD), citizenM Times Square (~320 USD), The Pod 51 (~250 USD — ganhador econômico com vistas no terraço).

O que evitar: hotéis na Times Square especificamente. São absurdamente caros (500+ USD por quartos bem básicos), constantemente barulhentos, e funcionam como armadilha turística. Há melhores hotéis em qualquer faixa de preço a 10 quadras em qualquer direção. Evitem também hotéis comercializados como “Manhattan” que ficam no Bronx, no Queens, ou no norte de Manhattan acima da rua 96 — leiam endereços com cuidado.

Reservem antes de 15 de abril. A Final de 19 de julho disparou a demanda hoteleira a níveis históricos. Hotéis de Manhattan já estão 90% reservados para essa semana. Hoboken está em 75%.

Para Além do Estádio

New York – 2026 World Cup host city

Manhattan: o essencial

New York – 2026 World Cup host city

Central Park: 340 hectares de espaço verde cortando Manhattan. Caminhem o Mall (avenida formal arborizada) até Bethesda Terrace (o ponto mais fotografado do parque) e dali a Strawberry Fields (o memorial John Lennon). Grátis.

The Metropolitan Museum of Art: 5.000 anos de produção criativa humana, tudo sob um teto. A ala egípcia (Templo de Dendur), as galerias de pintura europeia, e o jardim de esculturas no terraço são inegociáveis. Pague o que quiser para residentes de NY; 30 USD para todos os outros.

The High Line: Um parque elevado em uma antiga ferrovia de carga, indo do Meatpacking District até Hudson Yards. Melhor ao pôr do sol. Grátis. 1,5 km de comprimento.

New York – 2026 World Cup host city

Estátua da Liberdade + Ellis Island: Peguem a balsa Staten Island Ferry — grátis, sem ingressos — para uma vista de passagem da Estátua. Para entrar dela, reservem ingressos da Statue Cruises com semanas de antecedência.

Memorial e Museu do 11 de Setembro: Onde ficavam as Torres Gêmeas. As duas piscinas de água, os nomes circulares das vítimas, são silenciosos e poderosos. O museu abaixo tem artefatos e é emocionalmente devastador. Memorial: grátis; Museu: 33 USD.

Brooklyn: a outra Nova York

New York – 2026 World Cup host city

Ponte do Brooklyn: Caminhem de Manhattan até DUMBO para a foto clássica do skyline nova-iorquino. Melhor ao pôr do sol. Grátis.

Williamsburg: O bairro descolado que tornou o Brooklyn famoso. Mercado de comida Smorgasburg nos fins de semana. Lojas vintage, livrarias indies, pizza de classe mundial em Roberta’s e Pasquale Jones.

Coney Island: A uma viagem de metrô. Calçadão, hot dogs originais Nathan’s Famous (desde 1916), montanha-russa de madeira Cyclone de 1927. Melhor no verão.

Fora da cidade

Cataratas do Niágara: 7 horas de carro ou 1 hora de avião até Buffalo. A menos que tenham 3+ dias livres, pulem.

Os Hamptons: Comunidades de praia em Long Island. Vale uma ida e volta no dia se alguém tem carro. Peguem o ônibus Hampton Jitney (~50 USD ida).

Hudson Valley: 90 minutos ao norte de NYC. Parque de esculturas Storm King ao ar livre, vistas do rio Hudson. Melhor para paz que espetáculo.

Onde Comer e Beber

As comidas que definem Nova York

New York – 2026 World Cup host city

Pizza: Tema polêmico. A clássica: fatia grande de massa fina, dobrável, comida em pé. Joe’s Pizza (Greenwich Village, rua Carmine desde 1975) é a instituição. A elevada: Lucali (Brooklyn), Roberta’s (Bushwick). Pizza aqui é religião, não comida.

Bagels: Russ & Daughters (Lower East Side) por lox, cream cheese, e um bagel everything — a trindade do café da manhã. Ess-a-Bagel (Midtown) pelo mesmo mais melhor horário.

Pastrami no pão de centeio: Katz’s Delicatessen (rua East Houston) desde 1888. O pastrami é cortado à mão, empilhado em 15 cm de altura. Sanduíche 28 USD. Pague antes, depois sente — exclusivo de Nova York.

Halal Cart: A indústria das esquinas. The Halal Guys (53rd & 6th) é a famosa original — prato de frango com arroz amarelo e molho branco. 10 USD. Filas até 2 da manhã.

Alta gastronomia

Per Se (Columbus Circle). Menu degustação de 9 tempos, 390 USD. Reservas com 60 dias de antecedência exatamente à meia-noite.

Eleven Madison Park (Madison Square Park). Alta culinária à base de plantas, três estrelas Michelin. 365 USD. Reservas com 2 meses de antecedência.

Le Bernardin (Midtown). A instituição de frutos do mar de Eric Ripert. 215 USD por menu de 4 tempos.

A experiência da torcida

FIFA Fan Festival — Nova York/Nova Jersey: Liberty State Park (Jersey City) — um vasto parque à beira-mar com vista direta para o skyline de Manhattan. Grátis. Telões, food trucks, música ao vivo. Aberto durante todo o torneio.

Bares pós-jogo em Manhattan: Para um vibe nova-iorquino, Smith & Mills (Tribeca, estilo speakeasy), The Dead Rabbit (FiDi, top 50 bares do mundo), McSorley’s Old Ale House (East Village, desde 1854 — o bar mais antigo de NYC, só duas cervejas no menu).

Bares latino-americanos em Queens: Para fãs brasileiros, mexicanos, colombianos, argentinos ou peruanos, Jackson Heights em Queens é o lar de vocês. Queens Bully para esporte, La Esquina del Camarón Mexicano para comida dia de jogo.

Pubs irlandeses em Manhattan: Para a Copa do Mundo, esperem que The Pony Bar (Hell’s Kitchen), Foley’s (Midtown — o mais perto de Penn Station), e The Dead Poet (Upper West Side) estejam lotados em qualquer jogo do Grupo E. Reservem banco com 2 horas de antecedência.

A História

New York – 2026 World Cup host city

18 de junho de 1994. Giants Stadium, East Rutherford, Nova Jersey. República da Irlanda vs Itália, Copa do Mundo FIFA 1994, Grupo E.

A Copa do Mundo de 1994 foi a primeira vez que os Estados Unidos sediaram o torneio. A maioria dos observadores americanos não entendia o esporte, não entendia a paixão, e não entendia por que 75.338 pessoas tinham se amontoado em um estádio do subúrbio de Nova Jersey às 8 da manhã, horário do leste, em um sábado de meados de junho.

Os italianos tinham recebido a promessa desse local. Como uma das cabeças-de-chave do sorteio, a Itália havia pedido especificamente o Giants Stadium para a fase de grupos — sabendo que East Rutherford e a área metropolitana de Nova York têm uma das maiores populações ítalo-americanas do mundo. Roberto Baggio, o Rabo-de-Cavalo, era o favorito ao Bola de Ouro. Paolo Maldini, Franco Baresi, Gianluca Pagliuca — a defesa italiana era amplamente considerada a melhor do planeta.

O que a FIFA não previu: os ítalo-americanos com bilhetes, sentindo cheiro de dinheiro fácil, venderam seus bilhetes a torcedores irlandeses. No pontapé inicial, o Giants Stadium era um mar verde. Estimativas colocam os torcedores irlandeses em 50.000 dos 75.000. Liza Minnelli cantou “The Day After That” antes do pontapé — uma escolha desconcertante que os torcedores irlandeses abafaram com cantos de “You’ll Never Beat the Irish.”

A República da Irlanda era dirigida por Jack Charlton, o inglês que tinha vencido a Copa do Mundo de 1966. Sua equipe jogava um 4-4-2 implacável — bolões, marcação dura, nada de jogo de posse. Tinham chegado às quartas em Itália ‘90 quatro anos antes, eliminados por — adequadamente — pela Itália.

Minuto 12 (algumas fontes dizem 11): o zagueiro italiano Franco Baresi joga uma bola descuidada para frente. Ray Houghton, meio-campista irlandês nascido em Glasgow mas qualificado pelo pai natural de Donegal, intercepta na borda da área. Ele lobou a bola com seu pé esquerdo mais fraco a 23 metros. Ela passa por cima de Pagliuca, o goleiro italiano, e cai logo abaixo do travessão.

1-0 Irlanda.

A Itália não marcou. Roberto Baggio teve oito chutes a gol em 90 minutos. Pagliuca, considerado o componente mais confiável da Itália, tinha sido vencido por uma cavadinha. O jogo terminou 1-0 República da Irlanda sobre Itália — a primeira vez que a Irlanda batia a Azzurra.

A Itália foi até a Final da Copa do Mundo de 1994 no Rose Bowl em Pasadena (onde perdeu nos pênaltis para o Brasil). A Irlanda foi eliminada nas oitavas pela Holanda. Mas aquele dia em Nova Jersey foi o dia da Irlanda. Em Dublin, a rua O’Connell ficou completamente vazia durante o jogo. O massacre de Loughinisland — seis civis católicos assassinados por um atirador lealista em um pub do norte da Irlanda enquanto assistiam ao jogo — ocorreu durante o segundo tempo. O dia se tornou um dos mais política e emocionalmente carregados da história moderna irlandesa.

O Giants Stadium foi demolido em 2010 para dar lugar ao MetLife Stadium, que fica na mesma terra de Meadowlands, a menos de 100 jardas de onde a cancha original ficava. Quando a Final da Copa do Mundo 2026 for jogada no MetLife em 19 de julho, o solo sob os pés dos jogadores será a mesma terra que absorveu a cavadinha de Ray Houghton 32 anos atrás.

A população ítalo-americana de Nova Jersey não esqueceu. Nem a irlandesa-americana. Na noite da Final, em pubs de Bayonne a Bensonhurst, a conversa vai virar — em algum ponto perto do minuto 12 — para uma cavadinha de um homem chamado Houghton, em uma camisa verde, no mesmo pedaço de grama.